Viagem de avião com cão-guia
- Aerofalha

- 17 de jun. de 2019
- 2 min de leitura
Hoje o nosso post é para o PNAE – Passageiro com necessidade de assistência especial - como os deficientes visuais, que necessitam fazer uma viagem de avião com cão-guia. Para evitar qualquer problema na hora da viagem, é preciso se preparar com antecedência para evitar desgastes e problemas no momento do embarque.
A Resolução nº 280/2013 da ANAC dá as diretrizes sobre como o acesso dos cães-guia em voos deve ser realizado. Mas fique atento, pois cada empresa pode fazer outras exigências além das regras gerais que constam na resolução, como idade mínima do animal, foto, dentre outras. No final do post colocamos os links com as informações específicas de cada cia aérea.

Logo no momento da compra da passagem, é importante que o passageiro informe a necessidade de atendimento especial. Se isso não aconteceu no momento da compra, algumas das cias aéreas aceitam ser informadas faltando 48 horas para a viagem, mas não são todas. Para não correr o risco, informe logo que comprar a passagem.
O transporte do cão-guia é gratuito. No momento do embarque, o cão tem de estar na coleira, e deve ser apresentado:
Distintivo indicando que o animal é um cão-guia.
Placas de identificação com o nome do cão e do passageiro.
Documentação sanitária atualizada do cachorro. Por ser um requisito genérico, cada companhia aérea define suas próprias regras específica como deve ser cumprido. As cias nacionais, em regra, exigem um atestado de saúde assinado por veterinário, emitido em até 10 dias antes da viagem, e comprovantes de vacinação (o tempo de eficácia da vacina é determinante no momento do embarque). Lembre-se de que essas regras podem alteradas, então sempre verifique junto a cia aérea antes!
Nome completo e número CNPJ (ou CPF se for pessoa física) do centro de treinamento (ou instrutor autônomo).
Pode ser exigido o uso da focinheira, portanto é importante manter uma na bagagem de mão.
Caso se trate de um voo internacional, é essencial verificar as exigências para o cão-guia também no país de destino.
Além das regras citadas, é importante verificar com o seu veterinário de confiança alguns pontos para evitar que o cão se sinta mal durante o voo e cause algum tipo de transtorno, como o tempo de voo, a alimentação mais adequada, quantidade de água e remédios.
Confira as regras das companhias aéreas nacionais:
Se você ainda tem alguma dúvida sobre o tema, entre em contato conosco!




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